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Navegando por Autor "Lima, Francisco Wanderson Bizerra"

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    Casuística de tumores de cães e gatos atendidos na Clínica Veterinária Universitária da Universidade Federal do Norte do Tocantins entre 2018 e 2024
    (2025, 2025-08-29) Lima, Francisco Wanderson Bizerra
    O aumento da expectativa de vida e as mudanças no estilo de vida dos animais de companhia têm contribuído para o crescimento dos casos de neoplasias em cães e gatos. As neoplasias malignas são as mais frequentes e representam a principal causa de óbito nesses animais. Diversos fatores estão envolvidos no desenvolvimento tumoral. Diante da escassez de dados sobre neoplasias em cães e gatos no Tocantins e do elevado número de casos, este estudo visa investigar a prevalência e informações epidemiológicas de tumores em cães e gatos atendidos na Clínica Veterinária Universitária (CVU) da Universidade Federal do Norte do Tocantins (UFNT) entre 2018 e 2024. Foram coletados dados como espécie, raça, sexo, idade, histórico de uso de contraceptivos, estado reprodutivo, localização do tumor e sistema orgânico afetado com os tipos tumorais diagnosticados, a partir de fichas de atendimento da CVU-UFNT. No período, foram atendidos na CVU 88 animais com casos de neoplasias, sendo 98,9% (n = 87) em cães e 1,1% (n = 1) em gato. A frequência anual de casos, em relação ao total de atendimentos, manteve-se baixa, com pico em 2022 de 2,79%. A maioria dos tumores ocorreu em cães sem raça definida (51,1%). Rottweiler (9,2%), Pinscher (8%), Pitbull (5,75%) e Poodle (5,75%) foram os cães com raça mais acometidos. Houve predomínio de fêmeas (81,6%) e animais não castrados (75,9%). Carcinoma em tumor misto mamário foi o tipo histológico mais comum, seguido por mastocitoma, em cães. As neoplasias de origem epitelial foram as mais frequentes, com predomínio na região da mama e no sistema reprodutivo. Observou-se associação significativa entre sexo (maior predomínio em fêmeas) e células epiteliais e mesenquimais (p < 0,05). O uso de contraceptivos foi pouco informado, estando ausente na maioria dos prontuários (77,3%), o que comprometeu a análise desse fator. O caso em gato tratava-se de um carcinoma ductal cribriforme da mama. Os achados indicam que fêmeas não castradas e mais velhas apresentam maior risco de desenvolver neoplasias, sobretudo carcinomas mamários, reforçando a importância da castração precoce como medida preventiva e da consideração dos fatores epidemiológicos na avaliação, diagnóstico e manejo clínico de tumores em cães.

Projeto mantido pela Coordenação de Sistemas de Informações Gerenciais (STI) - Universidade Federal do Norte do Tocantins (UFNT)

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