Navegando por Autor "MARTINS, Erisvanio Silva"
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Item O lúdico no ensino de morfossintaxe nos anos finais do ensino fundamental(Universidade Federal do Norte do Tocantins, 2026) MARTINS, Erisvanio SilvaA presente pesquisa versa acerca do lúdico no ensino de morfossintaxe nos anos finais do ensino fundamental público. Por essa razão, visa-se investigar a ludicidade como um conjunto de estratégias didático-pedagógicas capazes de favorecer o processo de ensino-aprendizagem de morfossintaxe nos anos finais, a fim de contribuir com a formação discente. Por esse viés, trabalhou-se com a seguinte problemática: a ludicidade pode favorecer o trabalho docente quanto ao ensino de morfossintaxe nos anos finais? Desse modo, entendemos que a ludicidade pode ser considerada como mecanismo de interação, de compartilhamento de conteúdo e análises coletivas e de percepção e análise do cotidiano. Sendo assim, realizamos a pesquisa na rede municipal de ensino da cidade de Imperatriz-MA com uma turma de 9o ano. O material foi coletado durante as aulas de Língua Portuguesa por meio de atividades de morfossintaxe, mais precisamente sobre o tópico: “orações subordinadas substantivas”, em que as respostas às questões elaboradas constituíram o corpus desta pesquisa. Os materiais coletados ensejaram aplicação de alguns jogos e, por fim, a aplicação de uma atividade em caráter somativo. Para esse fim, fez-se necessário compilar informações científicas acerca das possíveis adequações lúdicas para o público em questão, considerando as particularidades sociais e culturais no que se referiu à manutenção da bagagem de cada estudante em estudo. Sendo assim, os resultados obtidos possuem significados relevantes para o estudo construído acerca da ludicidade como um conjunto de estratégias didático- pedagógicas capazes de favorecer o processo de ensino-aprendizagem de morfossintaxe nos anos finais. Sendo assim, foi indispensável que nos apropriássemos cognitivamente de algumas teorias que versam acerca da ludicidade, a saber, Jean Piaget (1976), Levi Vygotsky (1993), Tizuko Kishimoto (2011), Philippe Perrenoud (2000), David Ausubel (2003), dentre outros. Nesse sentido, também é valido destacar teorias e práticas sobre o ensino de morfossintaxe nos anos finais em uma perspectiva não apenas pedagógica ou tão somente licenciada, mas em uma dicotomia unificada em sala de aula. Para tanto, reverberou-se também os estudos de Irandé Antunes (2003), Sírio Possenti (2012) e Luis Carlos Travaglia (2009), Mikhail Bakhtin (2011), José Carlos Libâneo (2013) e Cipriano Luckesi (2002), além de pesquisas contínuas na BNCC e no PCN de língua portuguesa. Ademais, a pesquisa denotou que a ludicidade, mediada pedagogicamente, favorece a interação dos sujeitos aprendizes com o objeto de estudo, elevando-as à categoria de protagonismo do próprio saber, além de desenvolver a autonomia de cada indivíduo gerando a aprendizagem consciente.
