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Navegando por Autor "Silva, Felipe Ramos da"

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    Perfil Hematológico e Biomarcadores de danos hepáticos e renais em camundongos infectados por Paracoccidioides brasiliensis e tratados com nanopartículas de Itraconazol por via inalatória
    (2025, 2025-03-24) Silva, Felipe Ramos da
    A Paracoccidioidomicose (PCM) é uma doença fúngica crônica que causa significativos impactos à saúde. É endêmica na América do Sul, com o Brasil registrando o maior número de casos. Entre os estados brasileiros, o Tocantins é considerado uma área endêmica para a doença. A transmissão se dá pela inalação de conídios e hifas do fungo dimórfico Paracoccidioides brasiliensis e afeta homens que trabalham no campo e com idade superior a 60 anos. A micose apresenta forma aguda ou crônica, se instalando principalmente no sistema respiratório superior e podendo se disseminar para outros tecidos, formando granulomas que podem levar o hospedeiro a óbito. O tratamento de escolha para PCM é o Itraconazol (ITZ) por via oral, geralmente a longo prazo de uso, causando efeitos colaterais como distúrbios gástricos, hepáticos e renais. Dessa forma, faz-se necessária a adoção de novos meios de tratamento que visem maior segurança para o paciente em tratamento. O objetivo deste trabalho foi avaliar o perfil hematológico e bioquímico de camundongos infectados com P brasiliensis e tratados com nanopartículas de ITZ por via inalatória. Foram utilizados 20 camundongos Balb/c, divididos em 4 grupos: controle positivo (infectados e não tratados), controle negativo (não infectados), tratados com ITZ oral com 1mg/animal/ SID e tratados com nanopartículas de ITZ na dose de 1mg/animal/SID. Após 14 dias de infecção os animais foram tratados durante 7 dias. Ao final do tratamento os animais foram eutanasiados e coletado amostra de sangue para avaliação dos parâmetros hematológicos e de biomarcadores de danos hepáticos e renais. Os camundongos tratados com nanopartículas de itraconazol apresentaram poliglobulia, eosinofilia, linfocitose, monocitose, hipertransaminosemia e hipercreatininemia, demostrando ter efeitos mínimos quando comparados ao grupo sem tratamento e tratados com itraconazol por via oral. Dessa forma, este tratamento pode ser utilizado como alternativo, com menor potencial tóxico.

Projeto mantido pela Coordenação de Sistemas de Informações Gerenciais (STI) - Universidade Federal do Norte do Tocantins (UFNT)

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