Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Educação Infantil e Práticas Pedagógicas

URI permanente para esta coleçãohttps://solaris.ufnt.edu.br/handle/123456789/727

O Curso de Pós-graduação lato sensu em Educação Infantil e Práticas Pedagógicas (CEEIPP) é uma proposição de um grupo de docentes integrantes de três cursos existentes no Centro de Educação Humanidades e Saúde (CEHS), Pedagogia, Educação do Campo e Educação Física, cuja proposta busca atender as demandas institucionais dispostas no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da Universidade Federal do Norte do Tocantins (UFNT), no Plano de expansão do CEHS de Tocantinópolis e ampliar a oferta de formação e qualificação de profissionais da educação da região do Bico do Papagaio.

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    Do emparedamento à ressignificação do fazer pedagógico: revisão bibliográfica a partir da relação criança/natureza
    (Universidade Federal do Norte do Tocantins, 2026-09-21) Cruz, Letícia Reis da
    Este estudo buscou fazer uma revisão das produções dedicadas a discutir a importância de práticas na Educação Infantil que valorizem o contato com ambientes externos à sala de aula como espaços legítimos de aprendizagem e um direito da criança. Utilizando os descritores desemparedamento, Criança- Natureza e Educação Infantil, a pesquisa traz de forma investigativa o recorte temporal de trabalhos publicados, entre os anos de 2010 a 2025, presentes nas plataformas digitais, Portal de Periódicos da CAPES, Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD) e bases de dados Scielo, examinando a partir dos resumos, suas metodologias e principais referenciais teóricos, com vistas a compreender como essas abordagens vêm sendo concebidas e implementadas na promoção de experiências educativas mais significativas, que estejam conectadas às múltiplas possibilidades de exploração do mundo pelas crianças. O estudo ancorou-se nos referenciais Tiriba (2010, 2023), Arce (2013), Horn e Barbosa (2022). Os resultados evidenciam dezoito trabalhos, no qual indicam crescente estudo de 2020 a 2022 e havendo uma redução nos anos subsequentes, sendo mais presentes nas regiões Sul e Sudeste. Conclui-se que o desemparedamento e a relação criança - natureza vai além da realidade natural e social, consistindo em um direito infantil, superando visões idealizadas e românticas da natureza.