Logo do repositório
Comunidades & Coleções
Tudo no DSpace
  • English
  • Português do Brasil
Entrar
Novo usuário? Clique aqui para cadastrar.Esqueceu sua senha?
  1. Início
  2. Pesquisar por Autor

Navegando por Autor "Cardoso Filho, Ilário Dias"

Filtrar resultados informando as primeiras letras
Agora exibindo 1 - 1 de 1
  • Resultados por Página
  • Opções de Ordenação
  • Nenhuma Miniatura Disponível
    Item
    Estado de coisas inconstitucional no sistema penitenciário brasileiro: impactos no processo de ressocialização
    (Universidade Federal do Norte do Tocantins, 2026-06-17) Cardoso Filho, Ilário Dias
    O presente artigo tem como objetivo analisar o reconhecimento do Estado de Coisas Inconstitucional (ECI) no sistema prisional brasileiro, a partir da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 347 (ADPF), proposta pelo Partido Socialismo e Liberdade – PSOL e julgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em meados de 2023, cuja propositura levou os Poderes Executivo e Judiciário a lançarem o plano “PENA JUSTA” para o enfrentamento e a superação das contradições do sistema prisional brasileiro, como também como refletir sobre as consequências da falência da ressocialização diante do fenômeno do etiquetamento social. O estudo demonstra que, embora a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 (CRFB/88) e a Lei de Execução Penal (Lei no 7.210/1984) assegurem o respeito à dignidade humana e a efetivação de políticas voltadas à reintegração do preso à sociedade através do trabalho e educação, a realidade dos estabelecimentos prisionais revela um cenário de violações massivas de direitos fundamentais e superlotação. Para fundamentar essas premissas são apresentados dados da evolução da quantidade de pessoas presas do ano de 2016 a 2025, além de dados sobre trabalho, educação e saúde. Esses dados elaborados pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN) trazem números do primeiro semestre do ano de 2025. A pesquisa de cunho bibliográfico emprega uma abordagem qualitativa e fundamentou-se em doutrinadores como Foucault (1995), Malaguti Batista (2011), Zaffaroni (2013), Baratta (2002) e Goffman (2004), para citar só alguns que analisam a prisão como espaço de controle social, estigmatização e exclusão. Assim, conclui- se que a ressocialização, sem políticas estruturantes e sem o enfrentamento do estigma que marca o egresso, torna-se uma promessa vazia, perpetuando o ciclo de exclusão e reincidência.

Projeto mantido pela Coordenação de Sistemas de Informações Gerenciais (STI) - Universidade Federal do Norte do Tocantins (UFNT)

DSpace software copyright © 2002-2026 LYRASIS

  • Política de privacidade
  • Termos de uso
  • Enviar uma sugestão
Logo do repositório COAR Notify