Programa de Pós-Graduação em Geografia - PPGeo

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Pela Resolução CNE/CES N° 915/2023, de 07 de dezembro de 2023. Tem como Missão a qualificação de pesquisadores e docentes em Geografia com responsabilidade social, econômica e ambiental. Almeja produções qualificadas, críticas ao modelo de crescimento econômico prevalecente que precariza a vida dos diversos segmentos populacionais desse contexto regional. Neste sentido, sua missão é propositiva ao desenvolvimento humano, regional e educacional e atenta às mudanças climáticas e, portanto, ao meio ambiente. É um programa em Geografia localizado na área de Transição, Cerrado e Floresta Amazônica com ampla possibilidade de pesquisas sobre a mesma, como desafios ao desenvolvimento socioespacial com sustentabilidade ambiental. Para tanto, busca na formação inovadora da pós-graduação em ciência geográfica com o compromisso político, e responsabilidade ética, nos âmbitos do social, econômico e ambiental.

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    Diagnóstico Geoambiental como subsídio ao Plano de manejo da área estadual de proteção ambiental das nascentes de Araguaína(APANA), norte do Tocantins
    (2026-05-11) SOUSA, Benilson Pereira de
    O Plano de Manejo é instrumento técnico-gerencial indispensável às Unidades de Conservação (UCs) da Natureza, cuja implementação determina o reordenamento territorial da UC, a mitigação de impactos ambientais e a mediação de conflitos socioambientais decorrentes do uso da terra. Alicerçado na análise da paisagem, o presente estudo objetiva elaborar um Diagnóstico Geoambiental como subsídio ao Plano de Manejo da Área Estadual de Proteção Ambiental das Nascentes de Araguaína (APANA), norte do estado de Tocantins, baseando-se no roteiro metodológico de Trentin e Robaina (2005) e Robaina et al. (2009) consolidado pelo Laboratório de Geologia Ambiental (LAGEOLAM) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Para as atividades de geoprocessamento e sensoriamento remoto, utilizou-se o software ArcGIS versão 10.8 e o software em nuvem Google Earth Engine (GEE). Foram trabalhadas imagens dos satélites Landsat 9 e China-Brazil Earth-Resources Satellite (CBERS) 4A, bem como imagens de radar interferométrico do projeto Copernicus DEM, objetivando elaborar o Modelo Digital de Elevação (MDE). Utilizou-se a técnica de aprendizado de máquina Random Forest (RF) para o levantamento de uso e cobertura; para melhor diferenciar as classes, foram definidas as variáveis: área urbana, vegetação nativa, servidão administrativa, pastagem, mineração inativa, mineração ativa, florestas plantadas, empreendimentos, cultura agrícola, corpos hídricos e chácaras para lazer. A partir do diagnóstico realizado, identificaram-se as reais e potenciais situações de conflitos de uso; por meio do mapa temático síntese, foram espacializadas as Zonas de Uso Geral (ZUG), Zona Sob Pressão Antrópica (ZSPA) e Zona para Conservação/Preservação (ZCP), evidenciando as ocupações irregulares das margens dos cursos hídricos, o microparcelamento do solo rural e a fragmentação da vegetação como os grandes desafios da gestão e conservação ambiental. Por meio desta abordagem, é possível criar estratégias para sanar os fatores críticos, minimizar os desafios de gestão no cumprimento do papel ambíguo de uma UC de uso sustentável e balizar as atividades iniciais de elaboração do Plano de Manejo.