Perfil epidemiológico da Paracoccidioidomicose em pacientes atendidos no Hospital de Doenças Tropicais da Universidade Federal do Norte do Tocantins
| dc.contributor.author | Fernandes, Marcia Mayara Dias de Queiroga | |
| dc.date.accessioned | 2025-11-28T18:58:56Z | |
| dc.date.issued | 2023-06-30 | |
| dc.description.abstract | A paracoccidiodomicose (PCM) é uma micose sistêmica, que tem como agentes causadores as espécies Paracoccidioides brasiliensis e Paracoccidioides lutzii, endêmica na América Latina, principalmente no Brasil. A PCM é uma enfermidade que não tem a obrigatoriedade da notificação compulsória, dificultando a obtenção de informações para tomada de decisão em saúde dos casos ocorridos no país. Em virtude de poucas pesquisas epidemiológicas que expressem esse perfil, o problema tem pouca visibilidade, por isso o estudo é relevante, uma vez que contribui com a construção do conhecimento acerca do tema, dando visibilidade ao problema no país. O estudo objetivou analisar o perfil epidemiológico da Paracoccidioidomicose em pacientes atendidos na macrorregião Norte do Tocantins no período de 2016 a 2020. Metodologicamente trata-se de uma estudo descritivo-explicativo, quantitativo e retrospectivo. Desenvolvido no Serviço de Arquivo Médico e Estatística (SAME) do Hospital de Doenças Tropicais (HDT). A população do estudo foi constituída por pacientes que foram atendidos no HDT, com diagnóstico de PCM. Para o estudo foram selecionados 58 pacientes com PCM, atendidos no período de 2016 a 2020. Em seguida, foi solicitado o prontuário deles para coleta de dados. Para coleta de dados foi utilizado um instrumento com oito categorias: Identificação; antecedentes sociais e patológicos; atividades agrícolas e silvestres; dados do atendimento; dados clínicos; exames complementares; tratamento; e desfecho. Para análise dos dados, foi utilizada a Estatística Descritiva, Análise de Correspondência e Peso da Evidência (WoE). Como resultado, observou-se que do total de 58 pacientes, 89,7% (52/58) eram sexo masculino, com faixa etária de 60 a 69 anos 27,6% (16/58), autodeclarado pardos 91,4% (53/58) e apresentando como maior grau de escolaridade o ensino fundamental incompleto 44,8% (26/58). O principal município de procedência foi Araguaína 41,46% (24/58), a ocupação predominante foi de trabalhadores agrícolas e pecuária 51,7% (30/58) e a tuberculose foi a comorbidade mais frequente com 12,1% (7/58). Conclui-se a Região de Saúde do Médio Norte Araguaia tem a maior incidência da PCM da macrorregião norte. Na análise de correspondência deu uma relação de proximidade entre os pacientes com PCM nas variáveis: comer tatu, comeu outros animais silvestres, caçar tatu e caçar outros animais silvestres. A pesquisa evidenciou que ser etilista, tabagista, possuir outras doenças, ter tuberculose, leishmaniose são os fatores de maior peso para ocorrer a internação dos pacientes com PCM. | |
| dc.identifier.citation | FERNANDES, Marcia Mayara Dias de Queiroga . Perfil epidemiológico da Paracoccidioidomicose em pacientes atendidos no Hospital de Doenças Tropicais da Universidade Federal do Norte do Tocantins. 2023.54f. Dissertação (Mestrado em Sanidade Animal e Saúde Pública nos Trópicos) – Universidade Federal do Norte do Tocantins, Araguaína, 2023. | |
| dc.identifier.uri | https://solaris.ufnt.edu.br/handle/123456789/463 | |
| dc.language.iso | pt | |
| dc.publisher | 2023 | |
| dc.title | Perfil epidemiológico da Paracoccidioidomicose em pacientes atendidos no Hospital de Doenças Tropicais da Universidade Federal do Norte do Tocantins | |
| dc.type | Other |
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