Biblioteca Digital de Monografias de graduação
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Item Trajetória e travessias de mulheres servidoras da defensoria pública de Tocantinópolis-TO(Universidade Federal do Norte do Tocantins, 2026-06-08) Bezerra, Antonia Emanuela SampaioEste trabalho investiga os desafios e as trajetórias de mulheres a partir das experiências de servidoras da Defensoria Pública do Tocantins, na unidade de Tocantinópolis–TO. A pesquisa compreende que essas trajetórias não podem ser analisadas apenas sob a ótica institucional, mas também considerando as relações de gênero, as desigualdades sociais e as condições territoriais. O estudo dialoga com referenciais teóricos que se estruturam por meio da discussão e teorização das noções de “teto de vidro”, de poder, de dominação e de lugar de fala, evidenciando como estruturas sociais e institucionais moldam oportunidades, limites e possibilidades de ascensão. A metodologia adotada é qualitativa, baseada em entrevistas com servidoras públicas, que permitiram compreender o concurso público como estratégia de estabilidade, mobilidade social e autonomia. Os resultados indicam que, embora ocupem majoritariamente cargos intermediários e expressem satisfação com a estabilidade conquistada, essas mulheres vivenciam limites simbólicos e estruturais relacionados à divisão sexual do trabalho, à maternidade e à dupla jornada. Ainda assim, desenvolvem estratégias de resistência, negociação e ressignificação de suas experiências. Conclui-se que compreender essas trajetórias contribui para ampliar o debate sobre gênero, poder e instituições públicas, além de subsidiar reflexões sobre políticas de reconhecimento, equidade e valorização das experiências femininas.Item Trajetória e travessias de mulheres servidoras da defensoria pública de Tocantinópolis-TO(Universidade Federal do Norte do Tocantins, 2026-06-08) Bezerra, Antonia Emanuela SampaioEste trabalho investiga os desafios e as trajetórias de mulheres a partir das experiências de servidoras da Defensoria Pública do Tocantins, na unidade de Tocantinópolis–TO. A pesquisa compreende que essas trajetórias não podem ser analisadas apenas sob a ótica institucional, mas também considerando as relações de gênero, as desigualdades sociais e as condições territoriais. O estudo dialoga com referenciais teóricos que se estruturam por meio da discussão e teorização das noções de “teto de vidro”, de poder, de dominação e de lugar de fala, evidenciando como estruturas sociais e institucionais moldam oportunidades, limites e possibilidades de ascensão. A metodologia adotada é qualitativa, baseada em entrevistas com servidoras públicas, que permitiram compreender o concurso público como estratégia de estabilidade, mobilidade social e autonomia. Os resultados indicam que, embora ocupem majoritariamente cargos intermediários e expressem satisfação com a estabilidade conquistada, essas mulheres vivenciam limites simbólicos e estruturais relacionados à divisão sexual do trabalho, à maternidade e à dupla jornada. Ainda assim, desenvolvem estratégias de resistência, negociação e ressignificação de suas experiências. Conclui-se que compreender essas trajetórias contribui para ampliar o debate sobre gênero, poder e instituições públicas, além de subsidiar reflexões sobre políticas de reconhecimento, equidade e valorização das experiências femininas.Item A inclusão de estudantes da comunidade LGBTQIAPN+ nas aulas de Educação Física(Universidade Federal do Norte do Tocantins, 2025-09-22) Oliveira, Mariana Moreira DiasO objetivo geral deste estudo foi investigar se há Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) sobre a inclusão de pessoas da comunidade LGBTQIAPN+ na Educação Física Escolar desenvolvidos nos cursos de Educação Física do Estado do Tocantins. Utilizou-se pesquisa bibliográfica com levantamento em repositórios de Instituições de Educação Superior, públicas e privadas, que ofertam cursos presenciais de Licenciatura e Bacharelado em Educação Física. Foram recolhidos 10 (dez) publicações, sendo nove TCCs e uma Dissertação que versavam sobre gênero e Educação Física. As pesquisas demonstram a existência de práticas pedagógicas sexistas nas aulas de Educação Física: os esportes são associados aos meninos e a dança às meninas; que o tema gênero e sexualidade é pouco abordado nos cursos de formação de professores e nas aulas de Educação Física na Educação Básica; que há poucos estudos sobre a inclusão da comunidade LGBTQIAPN+, evidenciando a necessidade de estudos e de uma abordagem pedagógica mais inclusiva. Conclui-se que os estudos sobre o tema são limitados e demanda-se mais pesquisas e práticas que promovam equidade e diversidade no ambiente escolar.
