Coletivo de mulheres quebradeiras de coco babaçu: estratégias de resistências e economia solidária
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Data
2026-06-08
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Editor
Universidade Federal do Norte do Tocantins
Resumo
O objetivo principal consistiu em analisar como a economia solidária se manifesta
entre as quebradeiras de coco babaçu, tomando as práticas do adjunto como
expressão de cooperação, permanência territorial e fortalecimento das identidades
femininas. A pesquisa foi conduzida a partir de uma abordagem qualitativa, de caráter
descritivo, fundamentada em revisão bibliográfica e documental. Foram examinadas
produções acadêmicas e institucionais que discutem economia solidária, organização
comunitária, territorialidade e modos de vida das quebradeiras, com destaque para
os trabalhos de Singer (2002), Almeida (2019) e Amaral (2017). Os resultados
evidenciaram que a solidariedade, a autogestão e o trabalho coletivo, expressos no
adjunto, constituem mecanismos centrais de resistência frente às pressões fundiárias,
econômicas e ambientais. Constatou-se que a economia solidária se consolidou como
alternativa de reprodução social, integrando cultura, trabalho e preservação
ambiental, ao mesmo tempo em que fortaleceu o protagonismo feminino e a coesão
comunitária. Concluiu-se que a articulação entre saberes tradicionais, práticas
cooperativas e uso coletivo do território reafirma o valor político e simbólico do
trabalho das quebradeiras, configurando um modelo socialmente viável de
desenvolvimento territorial e ecológico.
Descrição
Palavras-chave
Economia Solidária, Mulheres Quebradeiras, Babaçu, Adjunto, Resistência
Citação
Lavina Pereira da Silva. Coletivo de mulheres quebradeiras de coco babaçu: estratégias de resistências e economia solidária. 57 f. 2026. Monografia (Graduação) Universidade Federal Do Norte do Tocantins (UFNT), Curso De Ciências Sociais, Campus De Tocantinópolis-TO.
