Programa de Mestrado Profissional em Ensino de História - ProfHistória

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    Ensino de História e as memórias da Guerrilha do Araguaia: percepções de alunos e professores da Escola Estadual Professor Lício Solheiro (Brejo Grande do Araguaia - PA).
    (Universidade Federal do Norte do Tocantins, 2025) LIMA, Jorge kitchell pinheiro lima
    Esta dissertação investiga o ensino da Guerrilha do Araguaia (1966-1974) na Escola Estadual Professor Lício Solheiro, em Brejo Grande do Araguaia/PA, analisando as percepções de alunos e professores sobre esse capítulo traumático da ditadura civil-militar. Partindo do paradoxo entre a relevância histórica do conflito – considerado o maior desafio armado ao regime – e sua marginalização nos currículos oficiais, a pesquisa combina análise documental (BNCC, relatórios da CNV), entrevistas com professores e grupos focais com 30 alunos. Os resultados revelam um abismo entre as memórias locais, preservadas oralmente por comunidades afetadas, e o silêncio escolar sobre o tema, reforçado pela falta de materiais didáticos específicos. Como proposta didático-pedagógica, propõe-se um mapa interativo que integra três eixos: locais estratégicos do conflito georreferenciados com base em estudos arqueológicos, depoimentos de moradores e documentos oficiais, como o arquivo nacional, da Comissão Nacional da Verdade e do Superior Tribunal Militar (STM). O recurso, desenvolvido conforme princípios da cartografia crítica (Harley, 2001) e da educação patrimonial (IPHAN, 2014), visa superar abordagens fragmentadas da ditadura, articulando história nacional e memórias regionais. A pesquisa demonstra que o ensino da Guerrilha do Araguaia, quando contextualizado, pode transformar-se em ferramenta de reparação simbólica e formação cidadã, especialmente em regiões onde o conflito deixou marcas profundas.
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    (Re)existir por um ensino de História decolonial e antirracista no século XXI: as memórias e os saberes de uma família negra do bairro Brejo do Pinto II em Estreito/MA.
    (Universidade Federal do Norte do Tocantins, 2025) SILVA, João Carlos Marinho da
    Esta dissertação foi desenvolvida a partir do olhar epistemológico sobre a minha própria prática educativa em sala de aula, com estudantes em sua maioria negros, e dos anseios por um ensino de História decolonial e antirracista. Sendo assim, o propósito dessa pesquisa foi de investigar as memórias e os saberes de uma família negra localizada no bairro Brejo do Pinto II, em Estreito/MA, em articulação com o ensino de História, em uma turma de 2o ano do Ensino Médio, do Centro de Ensino Frei Gil, também em Estreito. O estudo questionou quais fatores contribuem para o apagamento de aspectos culturais e históricos dos interlocutores deste estudo, e como isso interfere na educação escolar e no interesse dessas pessoas pela história de seus antepassados. A pesquisa se baseia na premissa de que existe um processo de apagamento de elementos históricos e culturais sobre o passado da família negra interlocutora neste estudo, e que essa dinâmica se desenvolve mediante uma política colonialista e eurocentrada. Esta pesquisa enquadra-se como qualitativa e adotou como instrumento metodológico a Pesquisa Participante atrelada à História Oral, em vista da coleta de testemunhos e relatos de experiência através de instrumentos como roteiros e questionários com perguntas semiestruturadas aplicados aos interlocutores in loco. O estudo evidenciou a partir das narrativas dos interlocutores o processo de apagamento de memórias e saberes, dificultando sobremaneira a percepção desses sujeitos acerca da ancestralidade africana, resultando, portanto, na elaboração de um Guia de Letramento Racial e Educação Antirracista como aporte didático.
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    Imagens e silêncios: a representação da mulher negra em livros didáticos de História.
    (Universidade Federal do Norte do Tocantins, 2025) BORGES, Soraya Alves
    Esta dissertação parte das minhas inquietações e desafios em sala de aula, quanto à temática racial; racismo, relações de gênero, classe e identidades. Nesse sentido, o foco dessa pesquisa foi o de analisar as imagens e o modo como os livros didáticos do oitavo ano do ensino fundamental têm representado imageticamente as mulheres negras no Período Imperial brasileiro, de 1822 a 1889, e quais suas implicações na formação das identidades dos/as estudantes. Para isso, selecionamos as coleções didáticas (PNLD- 2020-2023) “Inspire História”, “História Sociedade e Cidadania”, “Teláris” e “Projeto Araribá” para verificar quais são as imagens e como elas são utilizadas. Como aporte teórico para elaboração das análises, ancoramo-nos em Quijano (2004), Lugones (2014), Choppin (2014), Bittencourt (2015) e Chartier (1990). Para a análise das imagens, recorremos a alguns teóricos sobre o assunto, tais como Pesavento (2008), Paiva (2006), Mauad (2007) e Joly (1999). Estas imagens aparecem de diferentes formas, como em fotografias, litografias, pinturas presentes nos livros didáticos selecionados. Para discutir sobre a epistemologia decolonial, recorremos a Wash (2013), Wash; Maldonado (2018), além de Ballestrin (2013), Enrique Dussel (2005), Bernardino-Costa; Grosfoguel (2016). Utilizamos, também, as concepções teóricas do feminismo negro, tais como as pesquisadoras Lélia Gonzalez (2020), bell hooks (2019) e Djamila Ribeiro (2023), entre muitas outras. A pesquisa enquadra-se na abordagem metodológica hermenêutica dialética, pautada na busca da compreensão e de uma atitude crítica (Minayo, 2014). Com esse intuito, elaboramos dois questionários, os quais nos permitiram pensar as concepções das alunas por meio de seus próprios posicionamentos, materializados em respostas que revelaram falas carregadas de preconceitos; e na coleta documental. Como resultados, destacamos que as representações imagéticas das mulheres negras nos livros didáticos analisados não trazem o seu protagonismo nas lutas de resistência diante da escravidão, nem suas contribuições para a formação cultural e social do Brasil. Dessa forma, o que encontramos nos materiais foi um perfil eurocêntrico, a partir do uso de imagens canônicas sobre o Brasil, nas quais estão presentes o olhar do colonizador sobre os colonizados. Como consequências dessa visão pedagógica colonial, vimos que os/as estudantes negros/as, por não serem representados positivamente, não se sentem confortáveis para assumirem as suas raízes afrodescendentes. Tendo em vista a minha prática docente na escola pública do Município de Açailândia/MA, realizei aulas-oficina com imagens valorativas e positivas da história das mulheres negras e apresento todo esse processo como produto. Um material didático que contempla sugestões teórico-metodológicas de aulas-oficina.
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    Ensino de História e Literatura: a transição para o éthos capitalista em “história da grandeza e da decadência de César Birotteau”, de Balzac.
    (Universidade Federal do Norte do Tocantins, 2024) CARDOSO, Kesse Dhone Viana
    A presente dissertação realizou um estudo sobre a relação entre o ensino de História e a literatura. Nesse sentido, analisou-se a obra de Honoré de Balzac, História da grandeza e da decadência de César Birotteau, à luz do conceito de éthos, constituído nas obras de Max Weber e Norbert Elias, respectivamente: A ética protestante e o "espírito" do capitalismo (1904) e A sociedade de corte (1969). Pesquisa-se a transição do éthos através desta investigação e procura-se atingir uma forma de consciência (histórica) nos alunos (a)s que julga o caráter contemporâneo como produto das relações humanas. Na obra de Balzac, esses modelos de caráter (nobre e burguês) são figurados em sua personagem principal: César Birotteau. Dessa forma, pode-se visualizar e contextualizar a transição de um modo de conduta de época para outra forma comportamental. Na etapa final desse processo de pesquisa, se propôs a elaboração de um material didático que auxilie os professores de História em sua prática educacional. Através desse material, os educadores poderão se defrontar com uma proposição didática que articula literatura e História no âmbito da prática pedagógica.
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    Descolonizando saberes através de memes: uma abordagem crítica das questões raciais no ensino de história no Instituto Federal do Tocantins - campus Colinas do Tocantins (2023-2025)
    (Universidade Federal do Norte do Tocantins, 2025) SILVA, Luis Rodomilson Pedrosa da
    Este trabalho investiga o uso de memes como instrumento didático no ensino de História, especialmente no que se refere à abordagem de questões étnico-raciais e à promoção de práticas pedagógicas decoloniais e antirracistas. Compreendidos como gêneros multissemióticos que circulam amplamente nos ambientes digitais, os memes apresentam-se como dispositivos eficazes para a articulação entre linguagem, crítica social e engajamento político dos educandos. O referencial teórico fundamenta-se, entre outros, nos estudos de Rojo (2012), Coscarelli (2019), Quijano (2005), Walsh (2009, 2013), Freire (1987, 2013) e hooks (2013, 2014) articulando os conceitos de letramento digital, letramento crítico, educação decolonial, aprendizagem crítica e práticas pedagógicas contra-hegemônicas. A metodologia utilizada foi qualitativa, com enfoque analítico-interpretativo, envolvendo observação participante, produção de memes por educandos(as) da Educação Básica e posterior análise discursiva dessas produções. Foram coletados e analisados memes produzidos por educando(a)s, com temáticas voltadas à estética negra, às violências do racismo, à crítica à colonização e à problematização de símbolos eurocêntricos. A análise demonstrou que os memes atuam como contradiscursos ao currículo tradicional e como práticas de ressignificação histórica, mobilizando saberes escolares e cotidianos em articulação com a cultura digital. Constatou-se que, quando mediados por uma proposta pedagógica crítica e intencional, os memes promovem o engajamento do(a)s educandos(as), o letramento crítico e o exercício da cidadania. A pesquisa reforça a importância de práticas educativas que reconheçam as linguagens intertextualizadas como legítimas e que integrem as tecnologias digitais à formação histórica e política dos sujeitos. Por fim, o produto educacional situa-se no sequenciamento de aplicação da experiência, que teve como suporte norteador a ficha didática: Descolonizando saberes através de memes: uma abordagem crítica das questões raciais, fundamentada em Piconez (2004), com a posterior criação da página no instagram @memehistoriado que teve como ponto de partida as postagens dos memes produzidos pelo(a)s educando(a)s, com o intuito de fazer desse ambiente um canal de formação crítica e instrumento didático.
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    Educação antirracista em escolas de tempo integral em Palmas - TO: Desafios da implementação da lei 10.639/2003
    (Universidade Federal do Norte do Tocantins, 2025) SILVA, Ione Figueredo Lira da
    O trabalho teve como objetivo identificar os desafios para a implementação da Lei 10.639/2003 na prática docente de ensino de História em três escolas de tempo integral do município de Palmas - TO, no ano de 2023, enquanto mecanismo de combate ao racismo. Para tanto, fez-se pesquisa bibliográfica da temática da lei 10.639/200 para historicizar a promulgação da lei 10.639/2003, interpretar os dados quantitativos e qualitativos da percepção dos professores na implementação da Lei 10.639/2003, e para produção e realização do produto. A abordagem da pesquisa foi de âmbito quantitativa e qualitativa. No Alicerce teórico destacou-se autores que estudam Ensino de História, Currículo, Identidade, Decolonização, Racismo, Relações Étnico- raciais e Educação Antirracista. Assim, os desafios percebidos pelos professores para a implementação da Lei 10.639/2003 foram a ausência de: suporte de pessoal e financeiro de entidades mantenedoras em colaboração com o município, dotação orçamentária específica e de pessoal qualificado no município, formação inicial e continuada dos professores, e ausência de vigilância quanto à aplicabilidade da normativa. Testada a hipótese, de não implementação da normativa nas ETIs no ano de 2023, realizou-se, enquanto produto, uma oficina para os professores de História intitulada de “Lei 10.639/2003 – como ser um educador antirracista?”, a fim de contribuir para com a implementação da lei 10.639/2003 atendendo o do Plano Nacional das Diretrizes Curriculares Nacionais para Ensino das Relações Étnico-raciais e para o ensino da História e Cultura Afro-brasileira e Africana.
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    As mulheres brasileiras na guerra do Paraguai (1864-1870): proposta de oficinas para uma abordagem de gênero no ensino de História
    (Universidade Federal do Norte do Tocantins, 2025) BARROS, Ivanilda Bento de
    Este trabalho tem como objetivo contribuir para o ensino sobre a Guerra do Paraguai nas aulas de História da Educação Básica, destacando as mulheres brasileiras no contexto do Conflito Platino. É resultado de ampla revisão bibliográfica de fontes tais como: livros, teses, dissertações, artigos científicos, anais eletrônicos, entre outros, que já foram publicados por meio escrito ou digital. Observou-se que, apesar dos avanços recentes na historiografia, ainda existe uma lacuna significativa entre as produções acadêmicas e sua divulgação nos livros didáticos. Abordaram-se as causas, o desenrolar do conflito e as principais consequências da Guerra para os países envolvidos, com ênfase nas interpretações historiográficas recentes. Discutiu- se o ensino de História no Brasil, analisando como as ausências de sujeitos pelas narrativas históricas brasileiras foram construídas a partir do gênero dos indivíduos. Também foi destacado o papel das mulheres que, ‘à sua maneira’, estiveram presentes e atuaram nos campos de batalha. Realizou-se ainda uma análise sobre a abordagem da Guerra do Paraguai em livros didáticos de História do 8o ano, utilizados nas escolas públicas do Estado do Tocantins, bem como em uma escola pública estadual localizada no município de Mara Rosa, no Estado de Goiás. Por fim, apresentou-se a proposição de material paradidático voltado para professores (as) e estudantes de História do Ensino Fundamental. Tal material inclui duas aulas-oficinas que visam contribuir para uma abordagem de gênero no ensino sobre a Guerra do Paraguai.
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    Educação patrimonial e ensino de História local em Palmas-TO
    (Universidade Federal do Norte do Tocantins, 2025) SANTOS, Fábio Oliveira
    Esta dissertação tem como tema a educação patrimonial como uma prática metodológica para ser utilizada no ensino de história na cidade de Palmas-TO. A pesquisa, de cunho quanti-qualitativo, embasou-se na opinião manifestada pelos professores que levaram seus alunos para participarem das atividades de Educação Patrimonial no Museu Casa Suçuapara (Palmas – TO), entre 2020 e 2024. A metodologia utilizada foi a pesquisa-ação segundo proposto por Michel Thiollent (2011) e análise documental (Lima Junior, 2021). Com base nas referências bibliográficas sobre o ensino de história (Bittencourt, 2008), história local (Samuel,1990) e o patrimônio cultural (Londres,2011), buscou-se demonstrar a importância dos museus, especialmente o Museu Casa Suçuapara e da memória local na construção da identidade e do sentimento de pertencimento da comunidade. A pesquisa também investigou quais são os locais de memória e museus da cidade, bem como fez um levantamento da legislação pertinente, visando identificar práticas de educação patrimonial (Horta,1999) desenvolvidas nesses espaços, com vistas a gerar subsídios didáticos para o trabalho do professor da disciplina de História e contribuir para os debates em torno do Ensino de História e da construção das identidades culturais. Como resultado da pesquisa, foi construído de um Guia Didático Histórico para ser disponibilizado online para acesso dos professores de História, alunos e população de modo em geral, visando contribuir para a valorização do patrimônio cultural local e o ensino de História.
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    O Ensino de História e os alunos com TDAH
    (Universidade Federal do Norte do Tocantins, 2025) NASCIMENTO, Janete Morais do
    O presente texto resulta do trabalho de pesquisa sobre os processos de ensino e de aprendizagem de alunos com Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH) no contexto da disciplina de história no ensino fundamental. Além da socialização dos resultados da pesquisa, a presente dissertação apresenta proposta de desenvolvimento de um material didático-pedagógico que pretende contribuir no ensino de História em sala de aula, potencializando a aprendizagem, especialmente dos alunos com TDAH. O interesse pelo tema partiu da percepção da crescente presença de alunos nas escolas com diagnósticos de TDAH e, concomitante, materiais e métodos de ensino dissociados das características pessoais, como hiperatividade e desatenção desses alunos, o que, em tese, dificulta o aproveitamento escolar. É hipótese nesse estudo que a incipiência de estudos do tema no contexto educacional, especialmente na relação com o ensino de história, considerando também a ausência dessa discussão na formação inicial docente, dificulta o trabalho de professores e professoras, o que justificou essa proposta de estudo com o objetivo de analisar as dificuldades de ensino e de aprendizagem em História de estudantes com TDAH. Como resultado dos achados, se propõe alternativamente aos desafios percebidos, estratégias didático-pedagógicas em vistas ao enfrentamento do desafio personificado na relação entre conteúdo teórico e déficit de atenção. O estudo teve como referência alunos com TDAH matriculados nos anos finais do ensino fundamental na Escola Estadual Girassol de Tempo Integral Sancha Ferreira e Escola Estadual Modelo.
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    As Visualidades Indígenas nos Livros Didáticos de História da Educação Básica – PNLD (2022-2024) em Colinas do Tocantins-TO
    (Universidade Federal do Norte do Tocantins, 2025) MACEDO, Jesmary Dantas
    A presente pesquisa propôs analisar as representações imagéticas sobre os indígenas no livro didático utilizado no Ensino Fundamental II (triênio 2022-2024) da coleção “História Sociedade & Cidadania”, adotado pelo Colégio Estadual Girassol de Tempo Integral Ernesto Barros, em Colinas–TO. Com base na perspectiva pedagógica decolonial (Walsh, 2013), buscou-se evidenciar as representações iconográficas dos povos indígenas no material didático, reconhecendo-os como agentes históricos fundamentais e valorizando seus saberes, experiências, cosmologias e memórias. O estudo problematizou a persistência ou ruptura da tradição eurocêntrica, marcada pelo silenciamento e estereotipação das comunidades indígenas, mesmo após a implementação da Lei no 11.645/2008, que obriga o ensino da História e culturas indígenas na educação básica. Para a análise das representações visuais no livro didático, utilizamos como referencial teórico e metodológico os estudos de Moraes (2010), Carney e Levin (2002), bem como as contribuições de White (2006), entre outros. Metodologicamente, adotou-se uma abordagem qualitativa e a pesquisa-ação (Thiollent, 1985) para compreender a percepção dos estudantes envolvendo a realização de uma aula-oficina intitulada “(Re)conhecendo a História e cultura do Povo Krahô Mehi através das visualidades”. Ao final, como produto pedagógico, desenvolveu-se um material paradidático que contempla a leitura de imagens e destacam as histórias, os saberes e as cosmologias da comunidade Krahô servindo como recurso didático para as aulas de História e como possibilidade de enfrentamento das concepções eurocentradas.