Biblioteca Digital de Dissertações e Teses da UFNT

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A BDDT é uma biblioteca específica destinada à abrigar toda a produção resultante dos programas de pós-graduação da UFNT, para o depósito os discentes da pós-graduação devem cumprir toda a regulamentação pertinente. O depósito desta produção é obrigatória.

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Resultados da Pesquisa

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    Investigação da qualidade higiênico-sanitária e segurança microbiológica de pescados frescos comercializados na cidade de Araguína-TO.
    (2019) Biazussi; Helen Mariel
    Os peixes são alimentos saudáveis com aceitação cada vez maior pelo consumidor. Pescados frescos são considerados peixes recém-capturados conservados apenas no gelo, comercializados informalmente. Na cidade de Araguaína, localizada no norte do estado do Tocantins/Brasil, é possível encontrar esse tipo de alimento rotineiramente em feiras e supermercados com custo acessível. Entretanto, estes quando não são capturados, armazenados ou manipulados de acordo com práticas higiênico-sanitárias adequadas, podem ser veiculadores de bactérias enteropatogênicas como Salmonella spp. e Escherichia coli que eventualmente podem ocasionar doenças de transmissão alimentar (DTA’s). O presente estudo teve como objetivo verificar a qualidade higiênico-sanitária e a segurança microbiológica de pescados frescos comercializados em feiras, peixarias e supermercados do município de Araguaína/TO e os possíveis perigos para a saúde pública através do seu consumo. Foram realizadas contagens de coliformes termotolerantes e microrganismos psicrotróficos, bem como, isolamento e identificação de Salmonella spp., E. coli. Das 33 amostras de pescados frescos coletadas, 49% (16/33) foram provenientes de supermercados, 12% (4/33) de peixarias e 39% (13/33) de feiras livres. Durante aquisição das amostras foi observado que a maioria dos comércios em questão não cumpriam medidas de conservação e manipulação adequadas destes produtos. A contagem de coliformes termotolerantes apresentou 6,06% (2/33) com números superiores a 1100 NMP/mL, o que indica condições higiênicas inadequadas e presença de possíveis enteropatógenos. Tratando-se da contagem de psicrotróficos, 54,54% (18/33) das amostras tiveram colônias incontáveis e 21,1% (7/33) apresentaram contagens acima de log 6, sugerindo que tais pescados não estavam com qualidade satisfatória. Após realização da PCR, constatou se 24,24% (8/33) de amostras positivas para Salmonella spp e 9,09% (3/33) para E. coli, destas, uma foi positiva para os dois microrganismos. Os isolados de E. coli foram submetidos a pesquisa de genes de virulência “Stx1, Stx2 e eaeA” e tiveram resultados negativos, tratando se, portanto, de cepas comensais. Assim, foi possível perceber que boa parte dos pescados analisados comercializados na cidade de Araguaína/TO apresentam-se insatisfatórios, pois podem acarretar danos à saúde dos consumidores. Percebeu-se também que a legislação brasileira vigente RDC nº12/2001 não é abrangente quanto aos parâmetros microbiológicos necessários para comercialização de pescados in natura.
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    Epidemiologia da Leishmaniose visceral canina em Parauapebas, Pará, Brasil.
    (2019) ; Gustavo José de Lima de
    A Leishmaniose Visceral (LV) ou calazar é uma zoonose causada por protozoários intracelulares da família Trypanosomatidae, gênero Leishmania. No estado do Pará foram notificados 580 casos confirmados de LVH no ano de 2017 e de acordo com os dados do último quinquênio, a LV é um agravo que se distribui em 117, dos 144 municípios do estado, sendo que 19 destes municípios são classificados como de transmissão intensa. Para tanto objetivou se determinar características epidemiológicas da leishmaniose visceral canina no município de Parauapebas-PA localizado na região sudeste do estado. Para compor a amostra os cães foram incluídos por conveniência, admitindo-se animais de qualquer raça, sexo, porte ou local de moradia, com idade igual ou superior a 4 meses. As coletadas foram realizadas in loco por meio de visitas domiciliares ou quando o animal era levado até o ponto de coleta do bairro durante ação promovida pela secretaria municipal de saúde do município para o controle da LV. As amostras de soro de 389 cães foram analisadas por meio do teste de imunocromatografico. O Aspirado de linfonodo foi coletado por punção, corado em panótico rápido e analisado em microscopia óptica. Uma ficha de investigação foi preenchida para cada animal e as variáveis utilizadas para testar associações. Em 41 bairros do município de Parauapebas foram diagnosticados cães positivos para Leishmaniose visceral em pelo menos um teste utilizado. A soroprevalência encontrada foi de 32,6 % (28,1 – 37,4) considerando a positividade nos dois testes simultaneamente. Apresentaram-se como fatores associados como a soropositividade para LV, animais sem raça definida (OR= 3,119, P = 0,000), livre acesso a rua (OR= 1,956, P = 0,019), permanência fora da residência das 18 às 22 horas (OR= 3,129, P= 0,001), dermatite generalizada (OR= 4,711, P= 0,000), dermatite periocular (OR= 6,518, P= 0,006), esplenomegalia (OR= 7,347, P= 0,042), hepatomegalia (OR= 8,812, P= 0,019) linfoadenomegalia (OR= 3,796, P= 0,002) e onicogrifose (OR= 5,718, P= 0,013). A LVC está distribuída de forma ampla no município de Parauapebas, com prevalência alta confirmada por exame parasitológico direto. A soroprevalência da doença é muito alta entre os cães, utilizando o teste rápido, sendo recomendado a realização de um teste confirmatório para considerar a positividade. Os resultados obtidos no estudo indicam que é possível que ocorra aumento na incidência da LV em humanos no município de Parauapebas, caso não sejam adotadas medidas de controle eficazes.
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    Impacto psicossocial em tutores de cães com Leishmaniose visceral eutanasiados.
    (2019) Ferraz; Fabricia de Jesus Silva
    Popularmente conhecida como calazar, a Leishmaniose Visceral (LV) é uma doença infecciosa, de evolução crônica com acometimento sistêmico. É causada por protozoários do gênero Leishmania e transmitida pela picada do flebotomíneo Lutzomya longipalpis. As implicações dessa doença além de afetar o cão, que é o principal reservatório da enfermidade na zona urbana, ainda afeta a população humana, que pode adoecer ou implicar na vida dos tutores de cães que se veem obrigados a interromper a relação existente entre eles em razão da eutanásia destes como medida de controle da doença. Este estudo objetivou analisar as vivências de tutores de cães com LV eutanasiados a fim de conhecer as ações de atenção à saúde mental direcionadas a essas pessoas e verificar se as políticas públicas direcionadas a LV contemplam a saúde pública mental dos tutores. Por meio da pesquisa exploratório-descritiva e abordagem qualitativa, foram realizadas entrevistas semiestruturadas em Araguaína-TO, as quais foram gravadas, transcritas e, posteriormente, analisadas através da Análise de Conteúdo de Bardin. Os resultados mostraram as vivências de 15 tutores, da descoberta da doença até o momento posterior a eutanásia, em que foi possível identificar a necessidade de acompanhamento psicológico para tuttores. As políticas públicas de Saúde (PPS) direcionadas a LVC terminam na eutanásia e, portanto, não contemplam a saúde pública mental dos tutores. Propõe-se, em complemento as PPS, a assistência, orientação e acompanhamento psicológico aos tutores, a fim de ajudá-los a superar essa difícil situação, bem como compreender os processos necessários para lidar com o luto.
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    Utilização de fitoterápicos como redutores de estresse no transporte de tambaqui (Colossoma macropomum)
    (2019) Santos; Eduardo Libanio Reis
    O transporte é um importante procedimento na piscicultura, no qual se adicionam substâncias como sais e / ou anestésicos para amenizar o estresse e aumentar as densidades de peixes para otimização do processo. No presente estudo, avaliou-se a utilização de óleos essenciais de melaleuca e cravo ou sal adicionado na água de transporte de tambaquis em sistema fechado. Para tanto, foram realizados três experimentos. No primeiro, avaliou-se o efeito de diferentes concentrações na sobrevivência e qualidade de água de tambaqui durante a simulação de transporte e determinou-se a concentração mais apropriada para esse procedimento. No segundo e terceiro experimento avaliou-se a eficácia da concentração determinada no experimento anterior em comparação ao sal durante o transporte, utilizando os indicadores: íons plasmáticos, parâmetros hematológicos, histológicos e metabólicos. As seguintes concentrações foram adicionadas à água no primeiro experimento: 2,78, 5,56, 8,34, 11,12 mg L-1 de óleo de melaleuca; 2,43, 4,86, 7,3, 9,12 mg L-1 óleo de cravo, 2,60, 5,20, 7,80, 10,40 mg L-1 de misto (os dois óleos combinados 1:1); 0,8% de sal + óleo de melaleuca (5,20 mg L 1 ); óleo de cravo (4,86 mg L-1) + sal 0,8%, misto (5,20 mg L-1) + sal 0,8%. Cada concentração constituiu um tratamento com 5 réplicas. O grupo controle não teve a adição de aditivos. O segundo e terceiro experimento, tiveram duração de 15 e 36 h de transporte, respectivamente. A adição da concentração mista de 10,40 mg L-1 de óleo de melaleuca e cravo constituiu o tratamento MEUG; 0,8% de sal adicionado constituiu o tratamento SAL. Um grupo de peixes não submetidos ao transporte constitui o grupo basal. No primeiro experimente, os tratamentos a 11,12, 9,20 e 10,40 mg L-1 de óleo de melaleuca, de cravo e misto, respectivamente, proporcionaram os maiores tempos de transporte. A concentração de amônia total aumentou com o período de transporte, sendo inferior ao controle nos tratamentos óleo de melaleuca a 11,20 e no misto a 10,40 mg L-1. O oxigênio dissolvido manteve-se em maiores valores nestas concentrações. A sobrevida após a recuperação foi maior no tratamento misto a 10,40 mg L-1. Esta concentração mostrou-se mais apropriada para um transporte de longa duração (até 48 h). Os resultados obtidos no segundo e terceiro experimento, mostraram que os níveis de cortisol, glicose e lactato plasmático aumentaram após o transporte, em comparação aos valores antes dos transportes. Os valores glicêmicos do tratamento MEUG foram inferiores ao do tratamento SAL, independentemente do tempo de transporte. O mesmo ocorreu para o lactato, somente no experimento de 15 h. Os níveis do glicogênio hepático foram maiores no tratamento MEUG. Não houve alterações nos íons (sódio, cloreto, potássio) independente do tratamento e do tempo de transporte. A concentração de hemoglobina aumentou no tratamento SAL, após o transporte de 15 h e 36 h. As brânquias não sofreram alterações morfofisiológicas deletérias. Com exceção do glicogênio hepático no tratamento SAL, todos os parâmetros estavam semelhantes aos basais após recuperação por 96 h. Os indicadores evidenciaram respostas primárias e secundária ao estresse, demonstrando resultados mais favoráveis para o transporte de tambaquis por 15 e 36 h com uso dos óleos essenciais combinados de melaleuca e cravo a 10,4 mg L-1 como sedativos.
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    Uso da termografia na avaliação pré-operatória do retalho axial auricular caudal em cães.
    (2019) Sousa; Daiane Michele Frantz
    O retalho axial auricular caudal é bastante utilizado em cães para reconstrução de defeitos na região de face e pescoço, entretanto têm sido descritas complicações como necrose do bordo distal. A termografia por infravermelho vem sendo aplicada na Medicina Veterinária em diversas áreas, incluindo a cirurgia reconstrutiva. O uso deste recurso no planejamento dos procedimentos pode contribuir na confecção de retalhos com melhores resultados. O objetivo deste trabalho foi utilizar a termografia na avaliação do segmento cutâneo utilizado nos procedimentos reconstrutivos do tipo retalho axial auricular caudal em fase pré-operatória. Para isso, 14 cães foram submetidos a dois tratamentos, um antes e outro depois de serem submetidos à anestesia geral. Cada tratamento consistiu em duas etapas, sendo na primeira o registro sem uso de resfriamento da pele e o segundo após este processo cujo protocolo é idêntico a assepsia pré-cirúrgica. Após o resfriamento registraram-se imagens aos zero, três, seis e nove minutos, observando-se o reaquecimento fisiológico da pele. Na avaliação sem uso de resfriamento observou-se que não houve diferença visual nas imagens registradas antes e depois da anestesia geral. Na análise estatística observa-se que não houve diferença nos tratamentos para a temperatura mínima, temperatura média, desvio-padrão da temperatura e o coeficiente de variação da temperatura. Já a temperatura máxima apresentou diferença, sendo 1,29°C mais alta nos animais antes de serem submetidos a anestesia geral. Houve diferença também para a amplitude térmica. Na análise onde foi realizado o resfriamento cutâneo, observou-se que houve um retardo para o aparecimento das áreas mais quentes nos animais sob efeito de anestesia, o que não ocorreu nos animais sem efeito de anestesia. Na análise estatística verificou-se que na temperatura mínima a interação entre anestesia e tempo após resfriamento não apresentou significância e ocorreu efeito linear crescente do tempo após o resfriamento. No parâmetro temperatura máxima a interação apresentou significância, variando significativamente após o resfriamento aos três, seis e nove minutos, sendo maior essa variação nos animais não anestesiados. A amplitude térmica demonstrou não sofrer efeito significativo em nenhum dos fatores analisados. A temperatura média demonstrou interação significativa. Imediatamente após o resfriamento aos nove minutos não houve influência da anestesia sobre a temperatura média, porém nos tempos três e seis minutos a temperatura média sem anestesia foi maior do que nos mesmos tempos sem anestesia. Com anestesia o comportamento da temperatura média foi linear crescente, sendo a temperatura progressivamente maior a medida que aumentava o tempo após o resfriamento. Nas variáveis desvio-padrão e coeficiente de variação da temperatura não ocorreu interação e o tempo influenciou de forma linear crescente, enquanto a anestesia não influenciou os referidos parâmetros. Verificou-se que a utilização das imagens termográficas captadas antes do procedimento cirúrgico pode contribuir de forma rápida e direta na identificação das regiões doadoras para confecção de retalhos de padrão axial auricular caudal. A anestesia não influenciou o registro termográfico da área doadora, portanto a obtenção das imagens pode ser realizada antes ou após a anestesia. Entretanto o resfriamento induzido pela assepsia altera o padrão de reaquecimento, podendo influenciar na interpretação das imagens obtidas.
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    Efeitos do tratamento com progestágenos sobre o útero de gatas domésticas.
    (2019) Correia; Crispim Anderson Rodrigues
    O Brasil possui a segunda maior população pet do mundo, e os gatos domésticos têm crescido com maior proporção. Pararelamente a esse crescimento, também tem crescimento o número de animais abandonados, além de baixos índices de adoção. A criação desses animais sem acompanhamento do médico veterinário, mobilidade irrestrita e ausência de controle reprodutivo determina prejuízos ao seu bem-estar e podem resultar em agravos aos seres humanos, como transmissão de doenças, contaminação ambiental, formando um quadro problemático para saúde pública. Toda essa problemática da procriação excessiva e as suas decorrências, aumentou também o uso de contraceptivos, que acometem inúmeros efeitos indesejáveis, logo, faz-se necessário o conhecimento da anatomofisiologia reprodutiva da gata doméstica (Felis catus), bem como conhecer os protocolos de contracepção mais específicos e eficientes, tendo em vista os mecanismos de ação e indicação, que tragam menos danos colaterais, e métodos mais seguros ao controle reprodutivo. A revisão de literatura teve como objetivo abordar a anatomofisiologia reprodutiva da gata doméstica (Felis catus) e os métodos contraceptivos mais utilizados, mecanismo de ação, dosagens utilizadas, vantagens e desvantagens de cada protocolo considerado. Nesse sentido a avaliação e a busca por métodos contraceptivos menos onerosos configura-se como uma alternativa ao controle da natalidade, levando em consideração as relações que os fármacos têm e seus efeitos colaterais. Assim, o experimento teve como objetivo foi avaliar os efeitos de contraceptivos à base de progesterona em gatas domesticas, na macroscopia uterina, o efeito imunossupressor na citologia endometrial e a histopatologia. Foram utilizadas 17 gatas, sem raça definida, com até dois anos de idade, sem histórico de patologias reprodutivas ou aplicação prévia de anticoncepcionais. Esses animais foram divididos em três grupos experimentais, grupo controle (n=7) sem administração de progestágenos, grupo oral (n=4) aplicação de progestágeno oral e grupo injetável (n=6) aplicação de progestágeno injetável. Os animais foram submetidos, após 12 semanas, à ovariohisterectomia para análises. As alterações macroscópicas uterinas foram semelhantes nos grupos oral e injetável, onde grande parte apresentou parede uterina espessada, endométrio hipertrofiado com dobras. Os efeitos citológicos demonstraram diminuição da resposta leucocitária nos grupos oral e injetável. Nas análises morfológicas e histológicas, os resultados mostraram glândulas endometriais mais dilatadas no grupo oral, seguido do grupo injetável, acompanhado da diminuição da lâmina própria. As demais estruturas analisadas, miométrio total, circular interna, estrato vascular e longitudinal externa tiveram maiores médias que o grupo controle, o que demonstrou os efeitos da P4 nessas estruturas uterinas, o que confirma a influência da estrutura do órgão. Os efeitos dos progestágenos sobre o útero de gatas tratadas com acetato de megestrol e medroxiprogesterona, onde as principais alterações encontradas foram em altura do epitélio superficial, miométrio total, muscular circular interna, estrato vascular e muscular longitudinal externa.
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    Inseminação artificial em tempo fixo intracornual profunda em bovinos.
    (2019) Fidelis; Cicero Antonio Sobreira
    Atualmente através da Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF), é possível alcançar taxas de prenhes, em bovinos de corte, para nulíparas, primíparas e multíparas respectivamente 49,1%, 47,4% e 54,0%. Nesse contexto, a busca em melhorias na eficiência da técnica de inseminação artificial (IA) disponível ainda é necessária. Desta forma, o objetivo deste trabalho foi comparar as taxas de concepção em vacas de corte inseminadas por inseminação artificial em tempo fixo intracornual (IATF-IC) e inseminação artificial em tempo fixo transcervical (IATF-TC). O experimento foi desenvolvido na zona rural do município de Conceição do Araguaia-PA com 68 vacas, submetidas ao seguinte protocolo; D0, às 08:00 h, receberam um dispositivo intravaginal de liberação de P4 associado a 2,0mg de Benzoato de Estradiol por via intramuscular (im). D8, às 08:00 h, retirou-se o dispositivo de P4 e administrou 12,5mg de Dinoprost trometamina (im); 1,0mg de Cipionato de Estradiol (im) e 300UI de Gonadotrofina Coriônica Equina (im). D10, às 08:00 h, 34 vacas foram inseminadas no corpo uterino e 34 inseminadas intracornual, ipsilateral ao ovário com folículo pré-ovulatório. Depois de 45 dias, foi realizado o diagnóstico de gestação por ultrassonografia transretal. A taxa de concepção encontrada com a deposição do sêmen no corpo uterino foi de 32%, enquanto que na deposição intracornual profunda foi de 26%. Os resultados demonstraram uma diferença não significativa entre as técnicas (p>0,05). Os resultados deste estudo permitem sugerir que a técnica intracornual não viabilize sua utilização. Porem, mais estudos precisam ser realizados para padronização da técnica e validação cientifica, considerando suas perspectivas de utilização.